Tradutora e publicitária, encontrou na joalheria uma forma de ampliar sua expressão para além das palavras. Sua pesquisa aproxima botânica, ancestralidade e abstração, desenvolvendo peças inspiradas em memórias afetivas e processos experimentais. Pedras, muitas pedras. hanaumê não é ameixa, nem flor — suas joias habitam esse lugar entre definições, entre lembrança e forma.
Rua Manoel de Paiva, 333
Vila Mariana - São Paulo / SP
















